Seis
Acordei às seis.
Talvez antes.
Tenho um sono conturbado; enquanto durmo, viajo… vou para inúmeras dimensões. Ao acordar, tento me lembrar dos lugares que visitei. Muitos deles são passados, outros nem existem. Encontro pessoas que depois não reconheço — não lembro os rostos, mas guardo alguns contextos.
Às vezes, o sonho me anima a esperar algo diferente do dia… o que nem sempre vem cheio de alegria. You know… nem sempre vem carregado de boas novidades.
Hoje foi um dia assim.
Sexta-feira.
Foi intenso, mas foi produtivo. Em alguns momentos, não tive paciência de esperar… talvez faltou aquele cuidado maior. Ainda assim, cuidei bem dos que passaram ao meu lado.
Agora, eu gostaria de fazer uma reflexão mais plena… talvez uma poesia mais complexa. Algo transcendental, que alcançasse inúmeros corações, que ajudasse — de alguma forma — a melhorar a maneira das pessoas enxergarem a vida.
Mas, na verdade… tudo se repete.
É a mesma vida, a mesma turma, o mesmo espaço, o mesmo palhaço… e o mesmo laço.
Hoje eu evitei estar junto daqueles — ou melhor, daquela — que não me traz satisfação. Preferi me recolher. Fiz pastel… engordei um pouco, tentando recuperar o peso que perdi — um peso que eu nem queria perder. Porque, se eu queimasse, evaporava… mas assim, perdendo sem querer, me frustra.
Depois, dei uma volta rápida. Só uma paisagem…
Cheguei lá na Dri, encontrei o Clau, encontrei a Gi. Dei umas risadas. Percebi que cada um de nós tem uma estrada — e que, às vezes, é difícil trilhar.
Mas eu voltei.
Deitei.
What do you think?
Dessa tentativa de expor ideias, eu concluo apenas que… mais um dia eu venci.
E que eu preciso descansar
para enfrentar o dia de amanhã.
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